Meu livro de frio favorito é “A mão esquerda da escuridão” hehehhe ai, saudades dos tempos de faculdade no sul quando eu passava os fins de semana debaixo da coberta só lendo ❤️
Que bela crônica, perfeita para ler em Curitiba. Acrescento às suas sugestões de leitura um de meus livros preferidos: de Yasunari Kawabata, O País das Neves.
adorei o clima dessa Lábia, e lembrei de um livro curtinho, publicado pela Âyiné anos atrás, Inverno em Sokcho, de Elisa Shua Dusapin: a paisagem invernal é personagem de um romance super delicado.
Vejo nas esquinas cariocas de cachecol e gorro. 21 graus. Se baixar mais é capaz de colocarem fogo num tonel e ficarem ao redor , estilo clipe de rap americano. Como diz aquela letra sofrivel, "e o inverno no Leblon é glacial...".
Para mim, é impossível não ser contagiada pelo clima onde moro! Minha escrita, meus personagens, toda a gente daqui é definida pelo clima quente e úmido. Eu adoro ser definida pelo clima extremamente equatorial. Somos, vivemos, convivemos, nos vestimos, tomamos decisões, nos relacionamos, a partir do clima. Bela Lábia, como sempre!
Um livro lindo para acompanhar dias gelados: Uma Mulher na Noite Polar, Christiane Ritter. O título é auto explicativo, a tal mulher vai acompanhar o marido caçador oq em longo do inverno no círculo polar ártico, cuidando da cabana rlque habitam e descrevendo animais, paisagens e as sensações da longa noite. Original em alemão, li em inglês, parece que saiu em pt-br numa coleção.
Como deve ser bom ter memória. Já li alguns livros citados aqui, amei, e não peguei a referência. Terei de reler 😂 mas, enfim, tenho lido com mais calma, fazendo anotações pra ver se mais coisa fica no meu cérebro
Gostei muito do texto porque ele é delicioso de ler e faz a gente pensar na relação entre o clima e a leitura de um jeito leve e inteligente. Me identifiquei com essa mistura de observação cotidiana e paixão pelos livros.
Há livros dos quais eu lembro mais das experiências sensoriais que tive ao lê-los de que das próprias palavras. Por exemplo as memórias das narrativas de Guimarães Rosa são um mergulho em sensações diversas, uma verdadeira leitura em 5d. Na minha adolescência lia muito Anne Rice, e das bruxas Mayfair, por exemplo, lembro muito pouco da história, mas resta sempre uma nostalgia sinestésica do ato de ler, em muito proporcionada pela ambiência criada pela narrativa. A gente lê com o corpo inteiro. Obrigado por me trazer essas lembranças com o seu texto. Abraço.
senti essa sensação de frio quando li "sobre os ossos dos mortos". na outra ponta, impossível não sentir o calor baiano que brota dos livros do jorge amado.
Meu livro de frio favorito é “A mão esquerda da escuridão” hehehhe ai, saudades dos tempos de faculdade no sul quando eu passava os fins de semana debaixo da coberta só lendo ❤️
Saudade de qualquer tempo que dava passar qualquer tempo debaixo da coberta lendo...
Acabei de ler. Tô apaixonada, ainda bem que comprei uma edição capa dura, pra durar bastante
Que bela crônica, perfeita para ler em Curitiba. Acrescento às suas sugestões de leitura um de meus livros preferidos: de Yasunari Kawabata, O País das Neves.
João! Gosto muito do Kawabata, mas não li esse. Obrigada pela dica.
adorei o clima dessa Lábia, e lembrei de um livro curtinho, publicado pela Âyiné anos atrás, Inverno em Sokcho, de Elisa Shua Dusapin: a paisagem invernal é personagem de um romance super delicado.
Virou filme, tá no Mubi
O cinismo gélido de O Capote. Insuperável 🌹 Bravíssimo, Cecilio! 👏👏
é cínico, mas é melancólico também, né? Eu acho um grande tadinho...
Sim, dolorido e gelado. Daqueles que fechamos o livro e continuamos sentindo frio.
amei muito a definição do élvio
Errado ele não tá.
quero ficar amigo da Sonia
Ela é demais, e ainda faz um baita café
Os livros do Karl Ove, especialmente A morte do pai. Dá pra sentir as várias tonalidades de branco da paisagem com neve
Vejo nas esquinas cariocas de cachecol e gorro. 21 graus. Se baixar mais é capaz de colocarem fogo num tonel e ficarem ao redor , estilo clipe de rap americano. Como diz aquela letra sofrivel, "e o inverno no Leblon é glacial...".
Para mim, é impossível não ser contagiada pelo clima onde moro! Minha escrita, meus personagens, toda a gente daqui é definida pelo clima quente e úmido. Eu adoro ser definida pelo clima extremamente equatorial. Somos, vivemos, convivemos, nos vestimos, tomamos decisões, nos relacionamos, a partir do clima. Bela Lábia, como sempre!
demais, myrian! é isso
o frio até passou, porque esse texto incrível e essas recomendações esmeradas aqueceram o meu coração e todo o resto! Obrigada, Ana
o Weather Chanel enlouqueceu!
Um livro lindo para acompanhar dias gelados: Uma Mulher na Noite Polar, Christiane Ritter. O título é auto explicativo, a tal mulher vai acompanhar o marido caçador oq em longo do inverno no círculo polar ártico, cuidando da cabana rlque habitam e descrevendo animais, paisagens e as sensações da longa noite. Original em alemão, li em inglês, parece que saiu em pt-br numa coleção.
Não conhecia! Obrigada pela dica
Como deve ser bom ter memória. Já li alguns livros citados aqui, amei, e não peguei a referência. Terei de reler 😂 mas, enfim, tenho lido com mais calma, fazendo anotações pra ver se mais coisa fica no meu cérebro
Gostei muito do texto porque ele é delicioso de ler e faz a gente pensar na relação entre o clima e a leitura de um jeito leve e inteligente. Me identifiquei com essa mistura de observação cotidiana e paixão pelos livros.
O Livro Branco da Han Kang é bem óbvio, mas nem por isso menos fresquinho ☃️
Há livros dos quais eu lembro mais das experiências sensoriais que tive ao lê-los de que das próprias palavras. Por exemplo as memórias das narrativas de Guimarães Rosa são um mergulho em sensações diversas, uma verdadeira leitura em 5d. Na minha adolescência lia muito Anne Rice, e das bruxas Mayfair, por exemplo, lembro muito pouco da história, mas resta sempre uma nostalgia sinestésica do ato de ler, em muito proporcionada pela ambiência criada pela narrativa. A gente lê com o corpo inteiro. Obrigado por me trazer essas lembranças com o seu texto. Abraço.
senti essa sensação de frio quando li "sobre os ossos dos mortos". na outra ponta, impossível não sentir o calor baiano que brota dos livros do jorge amado.